• Letícia Gaspar

Áreas de atuação para engenheiros em tempos de crise.

A Crise é uma palavra que tem assombrado o país, neste cenário muitos profissionais de diversas áreas e níveis estão perdendo seus postos, e isso inclui a esfera da engenharia civil. Atualmente, com o número crescente de recém-formados nas universidades e profissionais experientes desempregados, conseguir um emprego no ramo está cada vez mais difícil.



A busca por alternativas para driblar a crise se tornou algo recorrente. A seguir, apontaremos zonas nas quais os profissionais podem estar se empenhando.


ÁREA FINANCEIRA



Não é incomum encontrar em bancos, diversos tipos de cargos como gerentes e diretores ocupados por engenheiros de formação. Muitos inclusive afirmam ter optado pelo curso de engenharia ultimamente exatamente pelo acesso a um maior leque de ofício. Pesquisas indicam que o pensamento lógico de quem cursa engenharia, a objetividade, o raciocínio rápido em ralação aos números, as visões analíticas e mais pragmáticas funcionam perfeitamente no mercado financeiro. Pesam na decisão dos profissionais na hora de migrar para o segmento financeiro fatores como melhor remuneração, plano de carreira acelerado, status e possibilidade de continuar morando nos centros urbanos, o que é inviável para os jovens engenheiros que trabalham em grandes projetos de infraestrutura, cujos canteiros de obras estão espalhados pelos rincões do país.


ÁREA DE GESTÃO E NEGÓCIOS



No mercado de trabalho, em empresas de setores divergentes o engenheiro vem ocupando os variados cargos de chefia liderança corporativa, geralmente por terem uma maior aptidão com cálculos e planilhas. E apesar de existir um estigma de que engenheiros não são tão eficientes lidando com questões emocionais dos funcionários e gestão de pessoas, devido ao fato de não receberem uma orientação no curso para isso, acredita-se que isto seja uma questão de perfil, e muitos, mesmo sem terem estudado tais teorias, são capazes desenvolver bem estas competências.


Não pode ser deixado de lado o empreendimento próprio, em áreas não necessariamente ligadas à engenharia. Entretanto, estes casos dependem de competências como planejamento, gestão estratégica, etc., assuntos que um engenheiro civil não teria dificuldade em dominar, caso seja sua vontade e necessidade.


DOCÊNCIA



Durante a graduação de engenharia civil, os futuros profissionais estudam disciplinas da área de exatas, como física, matemática e química, além de outras técnicas relacionadas ao curso. Sendo assim, a oportunidade de lecionar aulas para ganhar a vida pode ser uma alternativa, caso o profissional tenha aptidão para ensinar e/ou prazer em dar aulas, seja para um aumento na renda mensal, ou mesmo por uma satisfação pessoal. Geralmente ministram em universidades, porém, normalmente para isso precisam ter um curso complementar de graduação, mestrado ou doutorado, dependendo da instituição onde irão se associar.


Percebe-se que um diploma não acarreta diretamente em uma vida bem-sucedida. Mesmo atuando fora da área de formação é possível para um engenheiro civil alcançar o sucesso profissional. Entretanto, isso depende obviamente da sua vontade e competência.


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Fontes:

https://selecaoengenharia.com.br/blog/areas-de-atuacao-para-engenheiros-em-tempos-de-crise/


https://www.roberthalf.com.br/blog/carreira/engenheiros-no-mercado-financeiro-por-que-ha-tantos-exemplos


https://exame.abril.com.br/carreira/engenheiros-fora-de-obras/

© 2016 por Edifica Consultoria.

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